Nossa amizade era fácil, pura, inocente e absolutamente descomplicada. Éramos só eu e você e nossas risadas, eu e você e nossas piadas sem graça que fazia os dois rirem, eu e você e nossa sinceridade mal compreendida e timidez mal julgada. Então a gente se entendia, tínhamos as manias mais bizarras em comum, tínhamos apelidos fofos um para o outro, mas também nos xingávamos carinhosamente quando alguém fazia algo idiota. E era assim, fácil, leve como um pena, engraçado e divertido. E então tudo mudou quando tomei nova perspectiva e me apaixonei por sua voz, seu sorriso, suas piadas idiotas, suas loucas histórias. Eu te via virando a esquina ao meu encontro e as borboletas que já faziam de mim seu próprio jardim se agitavam como se tivesse passando uma ventania dentro de mim. Eu compliquei, eu fiz ser difícil porque você era demais para mim e eu sabia disso. Eu jamais seria capaz de segurar alguém tão especial em minhas mãos com tanto cuidado sem que escorregasse pelos meus dedos, sem machucar, você era o famoso “muito areia para o meu caminhão” e ainda assim eu te queria com todas as forças do meu ser. Eu queria mais, mais que a leveza da amizade e a pureza das histórias contadas inocentemente, mas que às vezes me deixavam com um ciúme idiota.
Na matemática as equações de mais costumam ser fáceis, porém na vida as vezes mais quer dizer menos, quer dizer perda, quer dizer nada. Eu estava apaixonada por você – droga – eu tinha que assumir isso a mim mesma porque eu jamais seria capaz de dizer a alguém. Não posso controlar meus sentimentos, posso me esconder, mas não posso fugir, posso tentar disfarçar, posso mentir e dizer que está tudo bem, deve ser algum sintoma do que estou sentindo, eu posso muita coisa, só não posso fingir que você me pertence. —
Thaís Augusto (via
autografia)
“You’ve given them an opportunity, they just have to be brave enough to take it.”
As três coisas mais difíceis do mundo são: guardar um segredo, perdoar uma ofensa e aproveitar o tempo. —
Benjamim Franklin. (via
autografia)
Reveja seus conceitos e analise bem:
Vale a pena? Se sim, arrisque. Se não, esquece. —
Marcello Henrique. (via
enferruj0u)
Mania de jogar o cabelo pro lado. Mania de sorrir quando sente alguém olhando demais. Mania de coçar os olhos e olhar o visor do celular como se houvesse chegado alguma coisa e não viu. Mania de estudar escutando música e revirar os olhos sempre que escuta, ouve ou vê alguma bobagem. De sorrisos, de olhares, de vozes e cheiros. Mania de achar que nem tudo é aquilo que se vê. De imaginar situações com quem nunca viu e se arrepiar, sorrir, se desesperar por isso. Mania de fechar os olhos antes de dormir e te desejar boa noite em pensamento, dorme bem, sonha comigo, te quero muito e bem. —
Caio Fernando Abreu. (via
objetivar)